O frio chegou: o que muda na qualidade do ar em edifícios corporativos

1 de junho de 2026

Muitos gestores acreditam que edifícios corporativos com sistemas de climatização e ventilação mecânica permanecem imunes aos efeitos do inverno. Na prática, porém, o frio pode influenciar negativamente a qualidade do ar interior dependendo que como a equipe de operação do prédio tenta manter o conforto dos ocupantes.

Erros comuns:

  1. Reduzir a renovação de ar externo visando manter o conforto térmico, principalmente em sistemas de ar condicionado que não foram projetados para promover o aquecimento do ar.
  2.  Reduzir a frequência de troca dos filtros de ar.
  3.  Reduzir o processo de limpeza das serpentinas e dos dutos de ar condicionado.

Outro risco importante é que o ar externo no inverno tem umidade relativa mais baixa e com sistemas de ar condicionado, que têm aquecimento, esse nível se reduz ainda mais. Baixa umidade relativa adiciona risco de contaminação, pois resseca as mucosas das vias aéreas, diminuindo a imunidade local.

Além disso, gotículas de saliva com vírus evaporam rapidamente, ficando mais leves e suspensas no ar por muito mais tempo.

Esses erros podem proporcionar alguns riscos adicionais aos ocupantes de ambientes internos, tais como:

1-Ambientes fechados favorecem a transmissão de vírus (quando temos baixa renovação de ar e sistema de filtragem inadequado)

O frio em si não é o agente responsável por gripes e resfriados.

O aumento das infecções respiratórias no inverno está relacionado ao maior tempo de permanência em ambientes fechados com redução da renovação de ar e piora no sistema de filtragem.

Quando uma pessoa fala, tosse ou espirra, libera aerossóis microscópicos que podem permanecer suspensos no ar por longos períodos. Se a renovação do ar for insuficiente, essas partículas se acumulam, elevando o risco de transmissão de influenza, Covid-19 e outras doenças respiratórias.

Em edifícios corporativos, esse processo pode resultar em surtos internos, aumento do absenteísmo e prejuízos à continuidade das operações.

 

2-CO2 elevado e queda no desempenho cognitivo

Quando reduzimos a renovação de ar (de forma errada) temos um aumento de dióxido de carbono que é marcador importante para indicar a necessidade de renovação de ar. Níveis elevados de CO2 estão associados a sintomas como sonolência, fadiga mental, dificuldade de concentração e dores de cabeça.

Em tarefas que exigem raciocínio, análise e tomada de decisões, esses efeitos podem comprometer o desempenho individual e coletivo.

Em outras palavras, um ambiente aparentemente confortável em termos de temperatura, contudo bom baixa renovação de ar, irá reduzir a produtividade e capacidade cognitiva das equipes.

3- Baixa umidade

Durante o inverno, o aquecimento do ar externo pode reduzir significativamente a umidade relativa no interior dos edifícios. O uso de aquecedores portáteis pode intensificar ainda mais esse efeito.

Mais do que provocar desconforto, a baixa umidade pode comprometer as defesas naturais do trato respiratório.

Baixa umidade relativa adiciona risco de contaminação, porque resseca as mucosas das vias aéreas, diminuindo a imunidade local.

Além disso, gotículas de saliva com vírus evaporam rapidamente, ficando mais leves e suspensas no ar por muito mais tempo.

Estudos científicos mostram que ambientes com baixa umidade relativa podem favorecer a sobrevivência de alguns vírus respiratórios, facilitar sua disseminação e aumentar a vulnerabilidade dos ocupantes a infecções.

Em edifícios corporativos, isso significa que o ar excessivamente seco pode contribuir para um ambiente mais propício à circulação de doenças respiratórias, com impactos diretos sobre a saúde das equipes e os índices de absenteísmo.

Qualidade do ar é uma questão estratégica no inverno

O inverno evidencia a importância de monitorar e controlar parâmetros como renovação de ar, CO2, temperatura e umidade relativa.

Edifícios corporativos que investem em sistemas bem ajustados, filtragem eficiente e tecnologias avançadas de purificação do ar conseguem reduzir riscos à saúde, preservar o conforto e manter a produtividade das equipes.

Além de monitorar parâmetros como ventilação, CO2 e umidade relativa, empresas comprometidas com a saúde, a segurança e o bem-estar de seus colaboradores têm adotado tecnologias capazes de reduzir ativamente a presença de microrganismos no ar e em superfícies.

A Ecoquest disponibiliza no Brasil soluções de purificação e descontaminação do ar baseadas na tecnologia ActivePure, utilizada em ambientes que exigem elevados padrões de higiene e biossegurança, como hospitais, indústrias farmacêuticas e plantas da indústria alimentícia.

Testes laboratoriais e estudos independentes demonstraram a capacidade dessa tecnologia de inativar ou reduzir significativamente diversos microrganismos de relevância para a saúde pública e para o ambiente corporativo, incluindo:

  • SARS-CoV-2
  • Influenza A (H1N1)
  • Influenza aviária (H5N8)
  • Candida auris
  • Aspergillus niger
  • Staphylococcus aureus
  • Pseudomonas aeruginosa

Ao atuar continuamente no ambiente, essas tecnologias complementam as estratégias tradicionais de ventilação e filtragem, contribuindo para reduzir a carga microbiológica do ar e das superfícies.

Em edifícios corporativos, isso representa uma camada importante de proteção para colaboradores e visitantes, especialmente em períodos de maior circulação de doenças respiratórias, como o inverno.

Para saber mais sobre nossas soluções de qualidade do ar interno, fale conosco.

Logo Ecoquest

A Ecoquest

Somos uma empresa com ampla experiência em soluções para tratamento do ar interno e do ar de exaustão, construindo histórias de sucesso em diferentes segmentos do mercado.

Artigos Relacionados

Cheiro de esgoto em edifícios corporativos: como eliminar o problema sem aromatizadores

Poeira em suspensão: o custo invisível que impacta obras e operações industriais

Covid-19: devemos nos preocupar com a variante BA.3.2?

Inscreva-se em Nossa Newsletter

Ao se inscrever você concorda com os termos da Política de Privacidade