O mercado de gestão de facilities está cada vez mais fascinado por sensores, dashboards e monitoramento em tempo real. E isso é positivo. Afinal, não é possível gerenciar aquilo que não se mede.
Mas existe um risco de se criar a falsa impressão de que monitorar é sinônimo de resolver.
Você pode instalar sensores de CO₂, PM2.5, partículas ultrafinas, temperatura e umidade em todos os ambientes de um edifício. Pode acompanhar tudo por um aplicativo e receber alertas instantâneos. Ainda assim, os ocupantes continuarão respirando um ar inadequado se não houver tecnologias capazes de controlar os contaminantes identificados.
O monitoramento deve ser visto como uma ferramenta de diagnóstico. Ele informa o que está acontecendo no ambiente. Mas a melhoria efetiva da qualidade do ar depende de estratégias de controle.
Quais tecnologias realmente melhoram a qualidade do ar?
A resposta depende da natureza do problema. Em alguns casos, a renovação do ar através da ventilação é suficiente para reduzir a concentração de contaminantes. Em outros, filtros mecânicos desempenham papel importante na retenção de partículas. O controle da umidade ajuda a prevenir a proliferação de fungos e mofo, enquanto sistemas de exaustão removem poluentes diretamente na fonte.
- Ventilação para renovação do ar e diluição de contaminantes.
- Filtragem mecânica, incluindo filtros HEPA, para retenção de partículas.
- Controle de umidade para prevenir o crescimento de fungos e mofo.
- Sistemas de exaustão mais eficazes
- Tecnologias de descontaminação do ar capazes de atuar continuamente sobre contaminantes químicos e biológicos.
Odores indesejados: um problema frequente em gestão de facilities
Entre os problemas mais frequentes em edifícios comerciais estão os odores persistentes. Cheiros provenientes de cozinhas, praças de alimentação, banheiros, garagens subterrâneas, centrais de resíduos, tintas, solventes e materiais de construção podem comprometer significativamente a percepção de qualidade de um ambiente.
Em hotéis, uma simples reclamação relacionada a odores pode afetar avaliações e impactar futuras reservas. Em edifícios corporativos, o desconforto causado por maus odores interfere diretamente na experiência dos colaboradores e visitantes. Muitas organizações ainda recorrem a aromatizadores para mascarar o problema, mas essa estratégia não elimina a fonte da contaminação e frequentemente adiciona novos compostos químicos ao ambiente.
Bactérias, vírus e mofo: os contaminantes invisíveis dos edifícios
Enquanto os odores são facilmente percebidos, outros contaminantes permanecem invisíveis. Bactérias, vírus, fungos e esporos de mofo podem circular continuamente pelos ambientes internos, muitas vezes distribuídos pelos próprios sistemas de ventilação e climatização.
A exposição prolongada a esses agentes está associada ao aumento de doenças respiratórias, alergias, irritações das vias aéreas e outros problemas de saúde que afetam diretamente o desempenho das pessoas. O resultado pode ser observado no aumento do absenteísmo, na redução da produtividade e na piora da experiência dos ocupantes. Em ambientes como hospitais, escolas e hotéis, os impactos podem ser ainda mais significativos devido à maior vulnerabilidade de parte do público presente.
Ecoquest: uma abordagem contínua para descontaminação do ar e das superfícies
É justamente diante desses desafios que tecnologias avançadas de descontaminação do ar vêm ganhando espaço em setores que exigem elevados padrões de higiene e controle ambiental. A qualidade do ar não depende apenas da remoção de partículas. É necessário também controlar contaminantes químicos e biológicos que permanecem circulando continuamente pelos ambientes.
Este é o caso da tecnologia ActivePure, disponibilizada no Brasil pela Ecoquest. Diferentemente de sistemas que dependem exclusivamente da passagem do ar por filtros, a tecnologia atua continuamente na redução de contaminantes presentes no ar e também sobre superfícies. Estudos laboratoriais e aplicações em campo demonstram sua capacidade de reduzir vírus, bactérias, fungos, esporos de mofo, odores e compostos orgânicos voláteis (COVs), contribuindo para ambientes mais saudáveis e seguros.
Por atuar 24 horas por dia, mesmo na presença de pessoas, a tecnologia tem sido adotada por hospitais, indústrias farmacêuticas, laboratórios, hotéis e edifícios corporativos que entendem que qualidade do ar não deve ser tratada como um diferencial, mas como parte essencial da infraestrutura de um edifício moderno.
O futuro da qualidade do ar exige monitoramento e controle
O crescimento do monitoramento contínuo representa um avanço importante para o setor. Sensores fornecem informações valiosas e permitem que gestores de facilities compreendam melhor o comportamento dos ambientes internos. Mas a verdadeira transformação acontece quando esses dados são utilizados para orientar ações concretas.
O futuro da qualidade do ar não depende apenas de medir contaminantes com mais precisão. Depende também da capacidade de reduzi-los de forma eficiente, contínua e sustentável. Afinal, o objetivo não é produzir mais dados sobre a qualidade do ar. É garantir que as pessoas respirem um ar melhor.
