Ambientes corporativos são projetados para produtividade, conforto e concentração. Mas quando odores indesejados passam a fazer parte da rotina, o impacto vai muito além do desconforto: afeta a experiência dos usuários, gera reclamações recorrentes e compromete a percepção de qualidade do espaço.
Foi exatamente esse o cenário enfrentado por uma escola de negócios instalada em um edifício monousuário na região da Avenida Paulista, em São Paulo.
O problema: odor persistente e disseminação pelo edifício
O cliente enfrentava um problema contínuo de cheiro de comida que se espalhava por praticamente todos os andares.
A origem estava em três auditórios, com aproximadamente 100 m² cada, utilizados frequentemente como salões-refeitórios. Em mais de 60% dos dias, esses espaços recebiam refeições organizadas com réchauds e pratos quentes e frios, liberando odores intensos no ambiente.
O ponto crítico não era apenas a geração do odor, mas sua disseminação estrutural.
Sem barreiras físicas entre os auditórios e os halls de elevadores, o cheiro se acumulava nesses espaços e era impulsionado verticalmente pelo próprio funcionamento dos elevadores. O sistema atuava como um êmbolo, criando um diferencial de pressão que puxava o ar dos halls e distribuía o odor por todo o edifício.
O resultado era um problema difuso, difícil de conter e com impacto direto na operação.
Impactos percebidos: desconforto e reclamações constantes
Mesmo sem dados financeiros mensurados, os efeitos operacionais eram claros.
Alunos e colaboradores passaram a relatar desconforto frequente, especialmente em ambientes que deveriam ser neutros, como salas de aula e bibliotecas. O mau cheiro recorrente gerou insatisfação generalizada e comprometeu a experiência dentro da instituição.
Além disso, tentativas anteriores de solução, como o uso de aromatizadores, não surtiram efeito. Em vez de eliminar o problema, apenas mascaravam temporariamente os odores, sem atuar na sua origem ou dinâmica de dispersão.
O desafio técnico: ausência de ventilação adequada
Um dos principais obstáculos do projeto era a falta de um sistema de ventilação compatível com o uso atual dos espaços.
Os auditórios não haviam sido projetados para funcionar como áreas de alimentação recorrente. Com a descaracterização do uso original, o sistema de renovação de ar tornou-se insuficiente para lidar com a carga de odores gerada.
Isso exigiu uma solução que não dependesse de grandes intervenções estruturais.
A solução: neutralização ativa de odores nos pontos críticos
A estratégia adotada pela Ecoquest foi a implementação de um sistema de neutralização de odores com atuação contínua, por meio da instalação de equipamentos especializados.
Os dispositivos foram instalados diretamente nos halls de elevadores, pontos-chave onde o odor se concentrava e de onde era distribuído para os demais ambientes.
Essa decisão técnica foi determinante.
Ao tratar o ar no local onde o problema se amplificava, foi possível interromper o ciclo de propagação, impedindo que o cheiro se espalhasse pelo poço dos elevadores e atingisse outros andares.
Por que a abordagem foi eficaz
Diferentemente de soluções paliativas, como fragrâncias ou aromatizadores, a neutralização ativa atua diretamente sobre os compostos responsáveis pelo odor.
Isso permite:
- Redução efetiva da carga de odores no ambiente
- Controle contínuo, mesmo com geração frequente de cheiro
- Eliminação da necessidade de mascaramento
- Melhoria perceptível da qualidade do ar
Além disso, a escolha por equipamentos portáteis garantiu flexibilidade e rápida implementação, sem necessidade de obras ou adaptações complexas no edifício.
Resultados: controle do odor e melhora na experiência do ambiente
Como o problema tem origem recorrente, o tratamento foi concebido como uma solução permanente.
Os resultados são monitorados principalmente por meio da percepção dos usuários e da gestão do espaço. Nesse caso, o retorno foi claro: redução significativa das reclamações e melhora na experiência de alunos e colaboradores.
O feedback do cliente foi bastante positivo, indicando que a solução conseguiu resolver um problema que persistia há mais de um ano.
O que esse caso revela sobre qualidade do ar em ambientes corporativos
Esse projeto evidencia um ponto crítico na gestão de facilities: mudanças no uso dos espaços exigem adaptações técnicas compatíveis.
Quando isso não acontece, surgem problemas como:
- Acúmulo de odores
- Distribuição de contaminantes pelo sistema de ar ou circulação interna
- Queda na qualidade ambiental percebida
- Impacto direto na satisfação dos usuários
Mais do que um detalhe, o controle de odores faz parte da gestão estratégica da qualidade do ar interno.
Ecoquest: soluções técnicas para qualidade do ar
Com mais de 20 anos de atuação e mais de 1 milhão de m² de ar tratados, a Ecoquest desenvolve soluções para controle de odores, partículas e contaminantes em ambientes corporativos, industriais e institucionais.
Se a sua empresa enfrenta problemas semelhantes, falar com um especialista pode ser o primeiro passo para recuperar a qualidade do ambiente e a satisfação dos usuários.
