Especialistas britânicos pedem monitoramento da QAI em espaços públicos

19 de abril de 2023

Escritórios, escolas, supermercados e hospitais devem ser monitorados quanto a poluentes do ar interno, de acordo com um recente artigo da Revista Nature assinado por Chris Whitty, epidemiologista a cargo do departamento de Saúde do Reino Unido e por Alastair Lewis, professor de química atmosférica na Universidade de York.

Em meio a preocupações de que o ar contaminado nos edifícios possa contribuir para quase tantas mortes quanto a poluição do ar externo, Whitty disse que o monitoramento da qualidade do ar interno deve se tornar uma prática padrão em espaços públicos e pediu investimentos urgentes para ajudar a estabelecer o acompanhamento de poluentes que se acumulam em residências, escritórios e prédios públicos.

“A poluição do ar interior não recebeu a mesma atenção [que o ar exterior], embora possa causar quase o mesmo número de mortes globalmente”, escrevem os autores. A falta de pesquisa torna difícil para os governos direcionar políticas e controles, enquanto os proprietários de edifícios podem ignorar os riscos à saúde e os meios de mitigar as ameaças, acrescentam.

Um dos maiores desafios para os cientistas é que a qualidade do ar interior varia enormemente com a forma como os edifícios são construídos, ventilados, operados e ocupados. De acordo com Whitty, os níveis de compostos orgânicos voláteis podem diferir por um fator de 1.000 em casas idênticas na mesma rua, simplesmente porque as pessoas dentro se comportam de maneira diferente.

“Monitorar o ambiente interno quanto à poluição deve se tornar uma prática padrão em espaços públicos”, escrevem os pesquisadores, e já existe tecnologia para isso.

Controle de poluentes e contaminantes

Existem muitas fontes de poluição do ar interno em edifícios industriais e comerciais, incluindo a própria poluição externa, sendo que a periculosidade desses agentes vai depender da concentração e da capacidade que o sistema de ventilação tem de remover o contaminante. 

Alguns dos contaminantes mais comuns encontrados em ambientes internos de escritórios são: partículas finas, formaldeído, dióxido de carbono, monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e contaminantes biológicos como fungos, vírus, bactérias e ácaros.

Mas independentemente da origem poluidora, na grande maioria das vezes um bom diagnóstico e tratamento do ar interior é capaz de neutralizar todas as deficiências.

Com tecnologias como a Active Pure é possível unir eficácia de alta performance, praticidade e sustentabilidade. Em sua 5ª geração, patenteada em 2020 nos Estados Unidos, é a única a contar com a aprovação do FDA como Medical Device Class 2 e estudo de validação de eficiência do IPT.

Assim que o equipamento é ligado, as partículas do ActivePure preenchem rapidamente a sala e imediatamente começam a decompor todos os contaminantes. Estudos demonstram que o ActivePure consegue reduzir em até 99,99% a maioria dos agentes contaminantes transportados por ar em apenas 20 minutos.

Mofo, Cov’s, bactérias e vírus (inclusive o Sars Cov-2, causador da Covid-19) são eliminados do ambiente em pouco tempo, sem causar aumento com energia. Importante salientar que a tecnologia Active Pure é totalmente inócua ao ser humano, ou seja, não causa nenhum tipo de dano à saúde humana, podendo ser utilizada em ambientes ocupados.

Para saber mais sobre tecnologias de descontaminação do ar interior, fale com a Ecoquest.

Fontes:

https://www.gov.uk/government/news/we-can-and-should-go-further-to-reduce-air-pollution-says-chief-medical-officer

https://www.nature.com/articles/d41586-023-00287-8

https://www.blog.asthmaandlung.org.uk/blog/rallying-cry-for-air-pollution

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Somos uma empresa com ampla experiência em soluções para tratamento do ar interno e do ar de exaustão, construindo histórias de sucesso em diferentes segmentos do mercado.

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