Quando se fala em poluição do ar, a maioria das pessoas pensa em carros, fábricas e fumaça nas grandes cidades. Mas o ar que respiramos dentro dos ambientes pode ser ainda mais perigoso — especialmente para as crianças.
Passamos mais de 90% do tempo em ambientes fechados, e é nesse espaço que os poluentes se acumulam. Poeira, mofo, fumaça de cigarro, partículas ultrafinas (PM2.5) e compostos químicos liberados por tintas, móveis e produtos de limpeza formam um coquetel invisível que impacta diretamente a saúde respiratória e o desenvolvimento infantil.
Em 2019, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 5.801 crianças e adolescentes em 52 países da Europa e Ásia Central morreram por causas ligadas à poluição do ar. Desses, 85% tinham menos de um ano de idade.
Por que as crianças são mais vulneráveis
O sistema respiratório e o cérebro das crianças ainda estão em formação. Por isso, a inalação de poluentes tem efeitos muito mais severos sobre o organismo infantil do que em adultos.
Entre os impactos mais observados estão:
- Infecções respiratórias recorrentes, como bronquite e pneumonia.
- Crises de asma e alergias agravadas.
- Alterações no desenvolvimento cerebral, com estudos associando a exposição a PM2.5 à redução de desempenho cognitivo.
- Complicações na gestação, incluindo baixo peso ao nascer e maior risco de parto prematuro.
Os efeitos não são apenas imediatos. Pesquisas mostram que crianças expostas a poluentes durante a infância podem ter maior propensão a doenças crônicas na vida adulta, como doenças cardiovasculares e metabólicas.
Fontes interligadas: de fora para dentro
O ar interno e o ar externo formam um sistema contínuo.
Mesmo com janelas fechadas, os poluentes externos penetram nas construções — especialmente em grandes cidades, onde o tráfego intenso é uma das maiores fontes de PM2.5, dióxido de nitrogênio (NO₂) e ozônio troposférico.
Essas partículas microscópicas atravessam o ar e se acumulam em superfícies, carpetes e tecidos. E quando somadas às fontes internas, criam um ambiente ainda mais perigoso para as crianças.
No Brasil, os principais fatores que comprometem a qualidade do ar interno (QAI) incluem:
- Mofo e umidade, que liberam esporos e micotoxinas.
- Fumaça de cigarro, que torna o ar até 1.000 vezes mais contaminado do que o ar externo.
- Produtos químicos voláteis, presentes em sprays, velas, incensos e materiais de limpeza.
- Emissões veiculares e industriais, que infiltram-se em casas e escolas próximas a avenidas movimentadas.
- Ventilação inadequada, que impede a troca de ar e a diluição dos poluentes.
Escolas e creches: o ar que propicia o aprendizado
Crianças passam cerca de 30 horas por semana em ambientes escolares. Salas com altos níveis de CO₂, fungos e partículas em suspensão estão associadas à queda de atenção, fadiga e aumento de faltas por problemas respiratórios.
Pesquisas da Harvard T.H. Chan School of Public Health mostram que ambientes com ar puro e níveis adequados de ventilação aumentam o desempenho cognitivo em até 61%. Garantir boa qualidade do ar nas escolas é, portanto, uma medida de saúde e de desempenho acadêmico.
Como proteger crianças da má qualidade do ar interno
A OMS e instituições de saúde recomendam uma combinação de estratégias:
- Evitar o uso de combustíveis sólidos e fogões sem ventilação.
- Manter os equipamentos de aquecimento e exaustão limpos e em bom estado.
- Eliminar o tabagismo em ambientes internos.
- Reduzir o uso de produtos químicos voláteis e fragrâncias artificiais.
- Utilizar tecnologias comprovadas de purificação do ar.
Entre essas soluções, destacam-se as tecnologias ativas, capazes de neutralizar contaminantes em suspensão antes que eles se acumulem no ar e nas superfícies.
ActivePure: proteção contínua para ambientes escolares e residenciais
A Ecoquest é a única empresa no Brasil que disponibiliza a tecnologia ActivePure®, desenvolvida nos Estados Unidos e aprovada pelo FDA como dispositivo médico classe II para descontaminação do ar.
Diferente dos purificadores convencionais (que apenas filtram o ar que passa por eles), o ActivePure age de forma proativa, liberando moléculas seguras que inativam vírus, bactérias, fungos e esporos de mofo no ambiente — inclusive em áreas de difícil acesso.
Testes realizados em hospitais norte-americanos mostraram que o uso da tecnologia reduziu em 70% as infecções associadas à assistência à saúde (IRAS).
Em escolas, clínicas pediátricas e residências, isso significa prevenção real e contínua contra microcontaminantes que ameaçam a saúde das crianças.
Conclusão
A qualidade do ar que as crianças respiram é determinante para seu desenvolvimento físico e cognitivo.
Mais do que um cuidado doméstico, o ar puro é um investimento em saúde, aprendizado e futuro.
Seja em casa ou na escola, criar um ambiente livre de poluentes é essencial — e tecnologias como o ActivePure tornam essa missão possível de forma segura e comprovada.
Fontes: https://www.unicef.org/eca/stories/how-indoor-air-quality-affects-children
