Como a qualidade do ar interno afeta a saúde das crianças

18 de novembro de 2025

Quando se fala em poluição do ar, a maioria das pessoas pensa em carros, fábricas e fumaça nas grandes cidades. Mas o ar que respiramos dentro dos ambientes pode ser ainda mais perigoso — especialmente para as crianças.

Passamos mais de 90% do tempo em ambientes fechados, e é nesse espaço que os poluentes se acumulam. Poeira, mofo, fumaça de cigarro, partículas ultrafinas (PM2.5) e compostos químicos liberados por tintas, móveis e produtos de limpeza formam um coquetel invisível que impacta diretamente a saúde respiratória e o desenvolvimento infantil.

Em 2019, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 5.801 crianças e adolescentes em 52 países da Europa e Ásia Central morreram por causas ligadas à poluição do ar. Desses, 85% tinham menos de um ano de idade.

Por que as crianças são mais vulneráveis

O sistema respiratório e o cérebro das crianças ainda estão em formação. Por isso, a inalação de poluentes tem efeitos muito mais severos sobre o organismo infantil do que em adultos.
Entre os impactos mais observados estão:

  • Infecções respiratórias recorrentes, como bronquite e pneumonia.
  • Crises de asma e alergias agravadas.
  • Alterações no desenvolvimento cerebral, com estudos associando a exposição a PM2.5 à redução de desempenho cognitivo.
  • Complicações na gestação, incluindo baixo peso ao nascer e maior risco de parto prematuro.

Os efeitos não são apenas imediatos. Pesquisas mostram que crianças expostas a poluentes durante a infância podem ter maior propensão a doenças crônicas na vida adulta, como doenças cardiovasculares e metabólicas.

 

Fontes interligadas: de fora para dentro

O ar interno e o ar externo formam um sistema contínuo.
Mesmo com janelas fechadas, os poluentes externos penetram nas construções — especialmente em grandes cidades, onde o tráfego intenso é uma das maiores fontes de PM2.5, dióxido de nitrogênio (NO₂) e ozônio troposférico.

Essas partículas microscópicas atravessam o ar e se acumulam em superfícies, carpetes e tecidos. E quando somadas às fontes internas, criam um ambiente ainda mais perigoso para as crianças.

No Brasil, os principais fatores que comprometem a qualidade do ar interno (QAI) incluem:

  • Mofo e umidade, que liberam esporos e micotoxinas.
  • Fumaça de cigarro, que torna o ar até 1.000 vezes mais contaminado do que o ar externo.
  • Produtos químicos voláteis, presentes em sprays, velas, incensos e materiais de limpeza.
  • Emissões veiculares e industriais, que infiltram-se em casas e escolas próximas a avenidas movimentadas.
  • Ventilação inadequada, que impede a troca de ar e a diluição dos poluentes.

 

Escolas e creches: o ar que propicia o aprendizado

Crianças passam cerca de 30 horas por semana em ambientes escolares. Salas com altos níveis de CO₂, fungos e partículas em suspensão estão associadas à queda de atenção, fadiga e aumento de faltas por problemas respiratórios.

Pesquisas da Harvard T.H. Chan School of Public Health mostram que ambientes com ar puro e níveis adequados de ventilação aumentam o desempenho cognitivo em até 61%. Garantir boa qualidade do ar nas escolas é, portanto, uma medida de saúde e de desempenho acadêmico.

 

Como proteger crianças da má qualidade do ar interno

A OMS e instituições de saúde recomendam uma combinação de estratégias:

  1. Evitar o uso de combustíveis sólidos e fogões sem ventilação.
  2. Manter os equipamentos de aquecimento e exaustão limpos e em bom estado.
  3. Eliminar o tabagismo em ambientes internos.
  4. Reduzir o uso de produtos químicos voláteis e fragrâncias artificiais.
  5. Utilizar tecnologias comprovadas de purificação do ar.

Entre essas soluções, destacam-se as tecnologias ativas, capazes de neutralizar contaminantes em suspensão antes que eles se acumulem no ar e nas superfícies.

 

ActivePure: proteção contínua para ambientes escolares e residenciais

A Ecoquest é a única empresa no Brasil que disponibiliza a tecnologia ActivePure®, desenvolvida nos Estados Unidos e aprovada pelo FDA como dispositivo médico classe II para descontaminação do ar.

Diferente dos purificadores convencionais (que apenas filtram o ar que passa por eles), o ActivePure age de forma proativa, liberando moléculas seguras que inativam vírus, bactérias, fungos e esporos de mofo no ambiente — inclusive em áreas de difícil acesso.

Testes realizados em hospitais norte-americanos mostraram que o uso da tecnologia reduziu em 70% as infecções associadas à assistência à saúde (IRAS).

Em escolas, clínicas pediátricas e residências, isso significa prevenção real e contínua contra microcontaminantes que ameaçam a saúde das crianças.

 

Conclusão

A qualidade do ar que as crianças respiram é determinante para seu desenvolvimento físico e cognitivo.
Mais do que um cuidado doméstico, o ar puro é um investimento em saúde, aprendizado e futuro.

Seja em casa ou na escola, criar um ambiente livre de poluentes é essencial — e tecnologias como o ActivePure tornam essa missão possível de forma segura e comprovada.

 

Fontes: https://www.unicef.org/eca/stories/how-indoor-air-quality-affects-children

 

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A Ecoquest

Somos uma empresa com ampla experiência em soluções para tratamento do ar interno e do ar de exaustão, construindo histórias de sucesso em diferentes segmentos do mercado.

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